sexta-feira, 17 de agosto de 2012

UM QUARTO - CAP. 1

Beeeemmmm amigos do Projeto Simples! Depois de ter batido todos os recordes mundiais na modalidade "demora em atualizar o blog", eis que, quando ninguém esperava absolutamente nada, cá estamos novamente em mais uma transmissão!

E nada melhor pra re-re-recomeçar do que um dos trabalhos que mais me orgulharam nessa trajetória! Lembro que, na época, o pessoal que faz esse especial do Barão Vermelho, fechou vários shows e me pediram quatro cartazes de uma só vez. Um pra cada casa onde tocariam. É muito legal ter bastante trabalho pra fazer, porém (TEM SEMPRE UM PORÉM!!!) existe o risco das idéias não brotarem na mesma escala industrial da encomenda. Esse seria o desafio dessa vez. Vamos lá!

Seguindo o conceito da identidade visual definida nas artes anteriores, a estrela continua sendo o meu querido Barão Manfred Albrecht Freiherr von Richthofen, que desde a Primeira Grande Guerra, baila no imaginário popular distribuindo carisma e morte pelos ares. Uma figuraça, sem dúvida! Como já tinha citado nosso amigo em diversas situações, algumas até de extremo contrasenso em relação ao personagem (vide post BOAS FESTAS!), resolvi que seriam visões bem diferentes a cada poster.

Nesse primeiro que apresento, reinou o minimalismo. Desenhei as formas básicas de um triplano Fokker DR1 atacando de frente no vetor. O fundo é uma textura de papel velho que sempre dá uma aparencia legal de céu com vibração meio carregada dos tempos de guerra. Apliquei um tom de vermelho atrás e o resto foi diagramar a informação tentando não agredir a ilustração. Anunciei o nome da banda numa fonte alterada que, dali pra frente, seria a padrão nos cartazes seguintes e as informações discretas logo abaixo (letras sem espaço entre elas, palavras separadas por cor). Para dar uma destacada de leve, inclui duas linhas brancas atrás do nome e só! De resto, a logo do local onde seria realizado o show centralizada no alto e o onipresente carimbo d'el escama vermelhinho (com o detalhe das infos em branco) no canto inferior. Estava pronto!

Ah, e fiz uso de liberdade poética ao multiplicar os triplanos escarlates! O Barão Richthofen era um piloto único e, se não me engano, só ele pintava seu avião de vermelho (pra firmar a lenda e o terror na cabeça dos inimigos), mas a impressão que me deu ao vê-lo sozinho ali, era de que seria minimalismo demais até para os meus padrões, hehe! Então inclui lá no fundo mais dois companheiros para a formação de um pequeno esquadrão. Hoje penso que poderia deixa-los em outra cor pelo quesito histórico... mas tudo bem! Ainda é um dos trabalhos que, depois de todo o tempo que foi entregue, mais me agrada rever. E isso é excelente sinal!

Buenas, aos poucos vou postando os outros cartazes dessa série por aqui, ok? Não pretendo ficar tanto tempo sem postar novamente. Para o alto e avalanche, gurizada!

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