terça-feira, 6 de dezembro de 2011

COMO UMA ONDA

Aloha, aloha, aloha! Depois de quase um mês sem atualização, ói nóis aki travêiz! Um blog que se preze não pode ficar tanto tempo sem novidades, porém (TEM SEMPRE UM PORÉM!!!) estou no meio de 3 (três) projetos gráficos, sem contar as barbaridades que me caem no colo de última hora, portanto acabo deixando esse canto um tantinho mais de lado. Se bem que, evidentemente, todos esses trabalhos que estou envolvido gerarão material pra cá... então vamô que vamô!

Essa arte é extremamente simples até porque não tive muito tempo pra fazer. Mais um especial só tocando músicas d'O Rappa que o Base 2 tradicionalmente faz. Nos últimos dois cartazes, mudei as regras do jogo como vinha fazendo até então, cortando os acenos aos discos da banda homenageada e focando mais em citações ao Rio de Janeiro, sua cidade natal. Aqui mirei no mais óbvio possível: o mar. Desenhei com um pincel grosso do Photoshop uma onda e pirei nas cores. Em vez de mar e céu azuis, aMARelo e CÉUtchup vermelhinho, hehe!

Apliquei texturas ao fundo pra não ficar simplesmente chapadão e inclui detalhes como o preto pro reflexo do mar e um azul esverdeado (ou verde azulado) as falhas do desenho. Também apliquei falhas no nome da atração que ficou bem grande acima da ilustração. O nome do Base 2 ficou pequenininho ali embaixo e, se não me engano, já nas próximas divulgações desvinculamos ele desse especial. Duas tarjas pretas completam a brincadeira, com a inferior contento as informações do show sem espaço entre as letras, diferenciadas por tamnho e cores das fontes. Fim!

Confesso que seria caminho mais tranqüilo continuar me inspirando nas capas dos discos d'O Rappa. Até comercialmente seria mais fácil o reconhecimento para o receptor. Mas baseei a decisão de iniciar uma identidade própria pro especial londrinense por dois motivos: primeiro porque era possível arriscar, uma vez que a média de público das apresentações já estava bacana. E, pra estar bacana, é porque a performance tem qualidade, certo? Só que, além de qualidade, sempre vi os caras tocando e colorindo com novos tons as músicas já conhecidas. Aí não tem como resistir: Tenho um pouco mais de trampo, mas a médio prazo, cria-se a própria cara pro show! Mesmo se tratando de um cover, por que não? Eu sei que conceitos andam meio fora de moda, mas sem eles, a moda não existiria porque as coisas não mudariam. É isso ae!